Instalações elétricas prediais
Baixa tensão pela NBR 5410: cargas, circuitos, quadros, prumadas e lista de materiais fechada.
Elétrica, hidráulica, estrutural, civil e arquitetônico na mesma prancha, em CAD ou em BIM, para indústria, comércio, usinas solares e redes de distribuição.
RISCO
Projeto ruim não é problema técnico. É decisão de negócio.
A maioria dos atrasos e estouros de orçamento em obra não começa no canteiro. Começa no projeto, quando as decisões técnicas não têm método e o engenheiro não assume responsabilidade pelo que assina.
A Nexo existe para resolver isso.
O que não foi especificado na prancha acaba decidido no canteiro, às pressas e mais caro.
Quando elétrico, civil e estrutural andam separados, a obra paga a conta.
Projeto sem critério gera especificação errada: material comprado em excesso ou trocado na obra.
Norma negligenciada gera autuação, paralisação e custo fora do previsto.
Na elevação as decisões deixam de ser separadas. O furo que a elétrica precisa passa pela viga que a estrutura dimensionou, na parede que a arquitetura desenhou, ao lado da prumada que a hidráulica reservou. Quem projeta tudo junto enxerga isso antes da obra.
Layout, vedação e acabamento
Vigas e pilares dimensionados
Prumada e entrada de energia
Água fria, esgoto e pluvial
Fundação e alvenaria
Climatização e automação
A elétrica é a origem do escritório e continua sendo a especialidade principal. As outras disciplinas entram junto para o projeto sair compatibilizado, coordenado por quem assina a ART.
Baixa tensão pela NBR 5410: cargas, circuitos, quadros, prumadas e lista de materiais fechada.
Alimentação de máquina, centro de controle de motores, painéis e coordenação da proteção.
Média tensão pela NBR 14039: cabine de medição, transformação e o padrão que a concessionária exige.
Redes MT e BT, postes, ramais e as adequações pedidas pela distribuidora.
Proteção contra descarga atmosférica e malha de aterramento pela NBR 5419.
Projeto elétrico e estrutural de UFVs, do estudo de viabilidade à conexão com a rede.
Painel de comando, intertravamento, instrumentação e a lógica que opera a planta.
Integração entre elétrica e mecânica, climatização e utilidades de instalação industrial.
Água fria e quente pela NBR 5626, esgoto pela NBR 8160 e águas pluviais pela NBR 10844.
Concreto pela NBR 6118 e aço pela NBR 8800, com as ações da NBR 6120 e o vento da NBR 6123.
Fundação pela NBR 6122, alvenaria, contenção e a compatibilização entre as disciplinas.
Layout, vedação e acabamento, com acessibilidade pela NBR 9050 e representação pela NBR 6492.
A grade não fecha aqui. Quando a obra pede uma disciplina que não está nesta lista, ela entra no mesmo escopo, sob a mesma coordenação e com a ART de quem assina.
Os quadrados laranja são os pontos elétricos levantados sobre a planta de arquitetura. No meio da sala o circuito passa onde o pilar foi dimensionado: é a interferência, marcada em círculo, e ao lado dela o desvio já corrigido. Achar isso na prancha custa uma linha. Achar na obra custa quebrar parede.
BIM é a sigla de Building Information Modeling, ou Modelagem da Informação da Construção. O empreendimento é projetado como um modelo tridimensional em que cada elemento carrega dado técnico: a parede sabe a espessura e o material, o eletroduto sabe o diâmetro, o circuito e a carga que atende.
No desenho tradicional a planta é um conjunto de linhas. Mudar uma parede obriga a corrigir à mão cada prancha, cada corte e cada quantitativo onde ela aparece, e basta esquecer um para o canteiro receber duas informações diferentes.
No modelo BIM essa parede é um objeto só. A correção se propaga sozinha para todas as vistas e para a lista de materiais, e o que chega na obra é sempre a mesma versão.
É isso que torna a compatibilização verificável. Com arquitetura, estrutura, elétrica e hidráulica no mesmo modelo federado, o software aponta onde o eletroduto atravessa a viga enquanto ainda é uma linha para corrigir na prancha.
No Brasil o método virou exigência legal: o Decreto 10.306/2020 instituiu o uso do BIM nas obras e serviços de engenharia da administração pública federal, em fases a partir de 2021.
Os quatro modelos são amarrados no mesmo eixo. A marca em laranja é uma interferência: o eletroduto que passa onde a viga foi dimensionada.
Geometria com a informação técnica de cada elemento, no lugar da linha sem dado.
Elementos ligados ao cronograma, para simular a sequência construtiva antes de executar.
Quantitativo e orçamento extraídos do modelo, em vez de digitados à parte.
Análise de consumo e eficiência ainda na fase de projeto, com o prédio no papel.
O modelo entregue como banco de dados do ativo, para manutenção depois da obra.
Classificação da informação da construção. Primeira norma brasileira de BIM, em tabelas adaptadas da OmniClass.
Gestão da informação ao longo do ciclo de vida do ativo, incluindo o ambiente comum de dados.
Esquema aberto de troca entre plataformas BIM diferentes, mantido pela buildingSMART.
Uso do BIM nas obras e serviços de engenharia da administração pública federal, em fases desde 2021.
Trabalhamos em BIM quando o empreendimento pede, e em CAD quando o escopo é menor. Quem decide é o porte da obra e o que você precisa levar para a operação.



01 / 04
Análise técnica do escopo, visita quando necessário, mapeamento de normas e definição das premissas.
EntregaEscopo, normas e premissas mapeados
02 / 04
Cronograma, definição de disciplinas, coordenação entre especialidades e plano de entregáveis.
EntregaCronograma e plano de entregáveis
03 / 04
Plantas, memoriais, especificações e lista de materiais, com o modelo tridimensional quando o projeto é em BIM.
EntregaPlantas, memoriais e lista de materiais
04 / 04
Revisão técnica, ART emitida, projeto aprovável em mãos e suporte durante a execução.
EntregaART emitida e projeto aprovável

Qualquer escolha do projeto pode ser rastreada: quem decidiu, quando e com base em quê.
Elétrica, estrutural, civil e eletromecânica saem juntas, em vez de serem encaixadas no fim.
Elaborado pelas normas da ABNT, pelas regras da ANEEL e pela NR-10, que é o que o órgão aprovador confere.
Um engenheiro responsável por disciplina. ART emitida. Nome no projeto.
Projeto falha por falta de método e de alguém que responda pelo que assinou.





Fale com um engenheiro da Nexo. Analisamos o escopo, identificamos as disciplinas envolvidas e apresentamos uma proposta técnica objetiva.